The Academy Is… @ Macy’s

Pouco antes de anunciarem o término da banda, o William e o Mike fizeram dois pequenos shows acústicos nas lojas Macy’s. Um no dia 10 de Setembro, logo após o evento comemorativo de 15 anos da gravadora Fueled By Ramen, em Nova Jersey, e outro em Chicago, no dia 1º de Outubro.

Infelizmente, essa segunda foi a última apresentação do TAI. Abaixo, vocês podem ver algumas fotos e vídeos desse show.

Fotos gentilmente cedidas pela Emma Abraham. Para ver mais imagens, confira a galeria dela clicando em seu nome.

The Academy Is… cantando Same Blood:

Slow Down, em uma versão alternativa:

Agradecimentos a lookscanbdecving, a quem pertecem os vídeos acima. Para assistir ao resto da apresentação onde os rapazes cantam ainda We’ve Got A Big Mess Our Hands, Seed, Chicago, The Test e About A Girl, acesse o set de vídeos dela pelo link anterior.

Adam torna-se o novo baixista do Say Anything

Hoje o Adam comentou no seu twitter que é o mais novo baixista da banda Say Anything. Ao site Popfresh, ele disse:

“Eu não poderia estar mais animado em me tornar um membro do Say Anything. Eu tenho sido um fã da banda desde que eles lançaram o primeiro álbum, e os conheci bem no decorrer na turnê de verão em 2008. Quando eu falei com o Max sobre isso, não havia dúvidas na minha mente de que essa é uma banda na qual eu acredito e quero pôr o meu coração. Estou muito ansioso pra ver todos vocês em shows em breve!”

Para conferir o som do Say Anything, clique aqui.

Você conhece o The Animal Upstairs?

Nem todos sabem, mas além de tocar bateria, o nosso querido Andy Mrotek tem esse projeto, o The Animal Upstairs, no qual ele exibe a sua linda voz. Os dois álbuns da banda estão disponívisl para download na internet nesse site, onde foram postados pelo próprio Butcher. E além das suas habilidades musicais, ele também desenha. Você pode conferir as pinturas dele aqui e aproveitar para segui-lo no Tumblr!

Para obter mais informações sobre o TAU, ou até mesmo se você gostou de algum desenho do Andy e quer comprá-lo, você pode entrar aqui e tirar as suas dúvidas! Nesse último site, você também encontra outras pinturas do Andy.

William é entrevistado pela Alternative Press

Em entrevista à revista Alternative Press, William falou mais sobre o término do The Academy Is… e sobre o seu novo projeto. Abaixo, alguns trechos da entrevista.

O término da banda pegou muitos de surpresa. Por quanto tempo esse era o plano?

Isso (o término da banda) não foi uma decisão impulsiva. Para mim, isso foi uma culminação de pequenos fatores que somaram uma decisão difícil, porém necessária, para nós. Muito disso tem a ver com a forma que eu me senti depois do show em Nova Iorque no aniversário de 15 anos da Fueled By Ramen. Era pra ser o nosso último show com o nosso baterista, o Butcher [Andy Mrotek]. Foi ótimo. Nós estávamos indo para a turnê com o Jack’s Mannequin, pensando em seguir na turnê mesmo sem ele… Eu acho que eu inocentemente pensei que isso daria certo, que seria a mesma coisa. Mas esse sentimento mudou depois do show; eu senti que não seria mais o mesmo, e que não seria tão confortável assim.

(…)  Quando se trata de como você quer que algo seja e de como esse algo é atualmente, você tem de ser honesto consigo mesmo e observar como o que você é vai afetar a sua arte. E Mike e eu, por mais que tenhamos escritoótimas músicas juntos, eu apenas não conseguia mais fazer isso.

Vocês cresceram muito como uma banda. É natural as pessoas mudarem. Você vê isso em muitas bandas. Quando você cresce, você diverge. Nem todos continuarão os mesmos e irão querer as mesmas coisas de nove anos atrás, quando vocês começaram.

Exato. É agridoce. Durante o ano passado, eu fiquei muito ativo online pelo twitter e pelo meu blog, apenas tentando realmente me reconectar. Honestamente, por mais que os fãs possam precisar de nós, e por mais que eles possam precisar da nossa música, eu sinto a mesma coisa, porque o motivo pelo qual eu comecei a tocar e a escrever músicas era pra ter esse sentimento de reciprocidade, quando você senta na frente de alguém e toca a eles uma música, poder sentir vividamente que você mudou, mesmo quando recebe uma careta de “Essa música é uma merda”. [Risadas] Obviamente, isso não é um vício. Afetar alguém dessa forma, mover alguém essa forma – é por essa conecção que eu sou viciado. Os fãs têm sido um grande sistema de apoio através dessa situação, e tudo o que eu tenho lido é positivo. Obviamente, as pessoas estão tristes – foi uma longa estrada para todos nós, e nós fizemos muitas coisas ótimas juntos. Eu prefiro lembrar de nós dessa forma, ao invés de lembrar de nós caindo as pedaços.

Eu sei que você tem escrito.  O que você tem acumulado até agora?

Mike e eu escrevemos uma porção de músicas juntos; eu escrevi uma porção de músicas sozinho. Alguma coisa vai ficar de lado. É lamentável, mas algumas músicas se encaixam na minha visão, e outras irão ficar por aí. Nós temos mais do que 60 músicas que foram escritas no decorrer dos últimos dois anos – semana passada, eu escrevi outras quatro músicas. Eu planejo continuar a exercitar o músculo até irmos para o estúdios e até quando nós já estivermos no estúdio. Será uma avaliação a respeito do que está certo para a minha visão de música, o que é certo gravar.

Como você descreveria o que você tem escrito?

As pessoas estão provavelmente esperando um álbum solo no estilo folk, um álbum solo acústico. Isso é exatamente o contrário do que eu irei fazer. Isso é o que eu vou dizer sobre isso agora.

Você sabe quando você irá para o estúdio de gravação?

Não está completamente confirmado, mas eu definitivamente irei antes da primeira nevada.

Foi uma conversa difícil quando você trouxe para eles (os outros membros do TAI) o assunto do término da banda?

Sim. Foi muito difícil. Não é uma coisa fácil. Você meio que pode comparar com um divórcio ou algo do tipo. Mas ao invés de uma pessoa, você está se divorciando com várias pessoas. Nós tivemos os nossos altos e baixos, mas nós somos adultos agora. E eu acredito que nós agüentamos isso por bastante tempo. Nós tomamos a responsabilidade pela banda e o que era melhor para ela – e nesse caso, era melhor terminá-la.

O que você mais sentirá falta sobre estar em uma banda?

Provavelmente de sair com o Adam, e talvez de tocar muitas das músicas. É quase muito cedo para saber exatamente, mas eu estou muito confortável em seguir em frente. Fazendo isso dessa forma é um jeito que nós podemos – ou pessoalmente, eu posso olhar para o que fizemos e o que realizamos com orgulho, e estar feliz que nós fizemos da forma em que fizemos, e nós fizemos as escolhas que fizemos. Nós vimos o mundo juntos muitas e muitas vezes, e foi maravilhoso. E eu espero fazer isso novamente com o meu novo projeto.

Você parece estar muito em paz com isso tudo. Você parece estar animado por ter essa folha em branco na sua frente.

Como eu disse, isso foi muito libertador. Eu estou mais inspirado do que quando eu peguei uma guitarra. É um bom tempo na minha vida. Eu sei que, para alguém que está triste a respeito disso, não deve ser fácil ouvir uma coisa dessas, mas eles têm de entender que não foi algo impulsivo. Foi uma decisão comulativa que levou a isso, depois de um longo período de tempo. Vocês terão uma melhor produção, um melhor resultado disso, de todos nós. Todos estarão disponíveis para focar no que quer que seja – seja música ou não – em plenitude. Eu realmente espero que nós possamos permanecer perto um do outro.

Durante toda e entrevista, William fez questão de frisar que a decisão de terminar a banda não foi uma decisão repentina e que ele, como todos os fãs, sente um grande amor pelo The Academy Is…

O final do The Academy Is… e o futuro

“Estou tendo dificuldades com o começo disso. Eu poderia dizer algo como ‘o orgulho vem antes da queda’ ou ‘a habilidade em estar em uma festa é saber quando ir embora’. Ao invés disso, eu apenas vou ser honesto. O show de setembro foi o último show do The Academy Is… Por mais que seja uma decisão difícil a fazer, eu acredito com o meu coração que é a decisão certa. Por anos nós temos sentido uma distância enquanto a banda progredia, geograficamente e artisticamente, e ao invés de tentar remendar os buracos, o meu coração me diz que é hora de passar para o próximo capítulo de nossas vidas. Eu quero agradecer aos fãs, os melhores do mundo, por todo o amor e suporte durante todos esses anos. Vocês ajudaram a moldar quem nós somos hoje em dia, e continuarão nos moldando enquanto nós avançamos para o que vem ao virar da esquina.

Embora seja o fim desses oito anos de TAI, não é o final da minha história. Não mesmo. Eu estarei trabalhando em um projeto em meses e nunca me senti tão livre e inspirado em criar o meu melhor e mais honesto trabalho. Obviamente, isso significa que não estaremos em turnê com o Jack’s Mannequin. (…)

Muitos de vocês disseram anteriormente como as minhas palavras os ajudaram em momentos difíceis e transicionais. Você são as razões pelas quais eu faço música. Eu espero poder contar com vocês enquanto embarco para novas e excitantes águas.

Vocês podem contar comigo.”

- William

Comunicado

“Após nove anos e três álbuns, The Academy Is… decidiu seguir caminhos separados. Nós começamos em 2003 como três jovens amigos nos subúrbios de Chicago, com sonhos de criar uma música que significasse alguma coisa para nós.  Sonhos de deixar esses subúrbios para trás e ver todas as coisas maravilhosas que este mundo tem para oferecer.

Hoje estamos em 2011 e olhamos para trás, para os álbuns que fizemos, os shows que tocamos, os lugares pelos quais tivemos. As pessoas que conhecemos.

The Academy Is… deixou sua marca. Nós celebramos as experiências do nosso passado, assim como damos as boas vindas ao que vem a seguir.  Enquanto nunca conseguimos fazer com que as coisas fossem fáceis para nós mesmos, é seguro dizer que nós sempre achamos nosso chão em comum no nosso amor pela música. E apesar de não estarmos mais juntos, vocês podem esperar para ouvir novas músicas de cada um de nós.

A música que fizemos juntos é nosso presente para vocês. De agora em diante, The Academy Is… pertence a vocês. Sintam-se livres para ouvirem. Ouçam o mais alto que quiserem.

Seus,

The Academy Is…”

Fonte do texto: site oficial da banda.

É com muita tristeza que a equipe do The Academy Is… Brasil repassa essa notícia a todos que acompanham o site e dividem conosco o amor por esta banda.

Ainda é muito cedo para fazer planos para o futuro, mas todos esperamos poder continuar acompanhando as carreiras solos daqueles que, juntos, nos fizeram tão felizes.

“The writers weren’t kidding ’bout how all good things must end”.

Fotos do FBR15!

Os shows de aniversário de 15 anos da gravadora Fueled By Ramen aconteceram no início do mês, mas ontem esta divulgou algumas fotos instantâneas das bandas participantes do evento no backstage. E claro, o The Academy Is… estava lá.

Para ver o álbum completo, com mais de 150 fotos disponíveis, clique aqui.

Saturday Night Music Club #14

Led Zeppelin – The Rain Song

Do meu CD preferido do Led Zeppelin, Houses of the Holy. Uma das melhores coisas sobre essa música, (além da letra, que na minha opinião é uma das melhores do catálago inteiro de músicas do Zeppelin) é a incrivelmente melódica e emotiva guitarra tocada pelo Jimmy Page. Uma afinação particular foi utilizada nessa faixa (D G C G C D), e eu na verdade tirei uma hora ou mais no ano passado pra aprender tudo. Ian Crawford do The Cab também compartilha comigo o amor por essa música, e claro, sendo habilidoso como ele é, pode e tocou ela inteira no ônibus.
Eu já contei essa história antes, mas porque não… Quando eu estava no 8º ano, eu escrevi a letra dessa música num papel e dei para uma garota que eu estava apaixonado, contando que essa música era de uma banda chamada Led Zeppelin, e que era uma música linda que me lembrava dela. Aparentemente, a letra era bem diferente de KC e JoJo, e ela nunca mais falou comigo de novo. Todavia, a música continua a mesma… sem trocadilhos. Eu espero que vocês gostem tanto quanto eu, eu recomendo escutá-la com um bom par de fones de ouvido, sozinho no seu quarto tarde da noite em uma casa silenciosa.
Debatam.

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Para ver o post original de Janeiro de 2009, clique aqui.

For The Love Of A Daughter

Para quem não se recorda, William e Demi Lovato se conheceram em meados de 2009, depois de esta ter confessado ser fã e ter uma “celebrity crush” pelo vocalista do TAI. Beckett fez até um vídeo cumprimentando -a e, por volta de Abril do mesmo ano, William colaborou com a cantora ao escrever uma música com ela que tratava sobre problemas de relacionamentos com o pai desta. For The Love Of  A Daughter foi cortada do segundo CD de Demetria, que quando perguntada sobre a retirada da música do álbum afirmou: “Quando eu dei um passo para trás percebi que não gostaria desses temas sendo falados na casa de outra pessoa, com sete anos de idade e sua mãe”.

Dois anos depois, finalmente a música foi lançada, sendo inserida no novo CD da moça, Unbroken, que saiu esta semana. A música e a letra podem ser conferidas abaixo.

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“Four years old with my back to the door
All I could hear was the family war
Your selfish hands always expecting more
Am I your child or just a charity award?

You have a hollowed out heart
But it’s heavy in your chest
I try so hard to fight it but it’s hopeless
Hopeless, you’re hopeless

Oh father, please, father
I’d love to leave you alone but I can’t let you go
Oh father, please, father
Put the bottle down for the love of a daughter

It’s been five years since we spoke last
You can’t take back what we never had
Oh I can be manipulated only so many times
Before even “I love you” starts to sound like a lie

Pre Chorus + Chorus

Don’t you remember I’m your baby girl?
How could you push me out of your world?
Lied to your flesh and your blood
Put your hands on the ones that you swore you loved
Don’t you remember I’m your baby girl?
How could you throw me right out of your world?
So young when the pain had begun
Now forever afraid of being alone

Chorus”

Saturday Night Music Club #13

The New Amsterdams- Picture in the Paper

Eu ouvi The New Amsterdams na coletânea da Vagrant Record “Another Year on the Streets”. Eu já era um grande fã de Get Up Kids, e descobrir The New Amsterdams foi como encontrar um diamante em meio as pedras. Do CD “Para Toda Vida”, Matt Pryor brilha liricamente, esbanjando sinceridade intensa reflexão. Ouça também Worse For The Wear, que na minha opinião, é um CD mais dinâmico. Eu gosto tanto dessa música que eu deveria escondê-la pelos próximos dias. DEBATAM, e, como sempre, quero ouvir recomendações.
PS. Quiz Espanhol da Manhã de Domingo
Aqui vai sua pergunta:
Me dê o futuro condicional de “poder” na forma “yo”.

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Para ver o post original de Janeiro de 2009, clique aqui.